O Conselho de Arbitragem está ciente do momento da época desportiva em que vivemos, onde a emoção muitas vezes se sobrepõe à razão.

Nesse sentido temos vindo a assistir a um conjunto de comportamentos indecorosos, com origem no banco de suplentes e transportados para o domínio público, em que o excesso de linguagem e a contestação sobre os árbitros e a arbitragem passou a ser norma. Estes comportamentos inaceitáveis descredibilizam o normal desenrolar da competição e, inclusive, os próprios resultados positivos de quem os pratica.

O Conselho de Arbitragem não pretende escamotear os erros arbitrais, pelo que desenvolve o seu trabalho no sentido de os corrigir, tendo como foco a excelência. Excelência para a qual todos poderão contribuir nos locais próprios e sem ruídos colaterais, que só contribuem para o afastamento coletivo do Hóquei em Patins e dos potenciais novos valores da arbitragem.

Urge repensar comportamentos porque não basta bradar por mudanças, se se continuar a ter as atitudes de sempre.

Orlando Panza

Presidente do Conselho de Arbitragem

Toor Azemad

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