«Para mim é o ponto mais alto da minha carreira representar o meu país e estou muito contente por voltar a fazê-lo, especialmente em casa»

Para o guarda-redes da equipa das quinas, Ângelo Girão, voltar à seleção só traz «boas sensações» e é sempre bom rever «pessoas de quem eu gosto, caras conhecidas» e ainda «duas caras novas, que não são novas, tanto o Pedro como o Diogo já pertenciam a este grupo, a um grupo alargado de jogadores que vêm à seleção e que têm capacidade hoquistica e humana para aqui estar».

Girão enfatizou que «é sempre bom rever pessoas de quem gostamos. Apesar de serem nossos adversários e das picardias durante o ano, são pessoas de quem gostamos e com quem gostamos de estar. E podermos partilhar balneário, pista, e momentos fora de rinque, é sempre especial».

Sobre as expetativas para a competição, o guardião nacional revelou que «são sempre as mesmas, ganhar. Portugal onde entra é sempre para ganhar. Eu tenho um carinho muito especial, uma sensação sempre boa, quando visto esta camisola» e confessou que representar Portugal «é o ponto mais alto da minha carreira e estou muito contente por voltar a fazê-lo, especialmente em casa».

Girão desejou ainda que o «pavilhão esteja sempre cheio» e apelou aos adeptos para que «nos venham apoiar e que possamos trazer de volta este título para Portugal» pois «é importante marcarmos posição, irmos ganhando títulos e estando nas decisões de forma sistemática, porque esta geração merece-o e temos que continuar a trabalhar para conquistar mais títulos».

«Jogamos em Paredes, que já é uma zona de hóquei e é perto de várias outras zonas com tradição no hóquei em patins. Aquilo que nós esperamos enquanto equipa e seleção é que os portugueses nos apoiem. Vamos passar por fases menos boas durante o jogo, faz parte, e o público vai nos ajudar nessas alturas a darmos a volta», concluiu.

Toor Azemad

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