Numa reedição da partida, que fechou a fase de grupos, o Porto voltou a vencer.
A vitória, no desempate da marca de grande penalidade, vale a revalidação do título conquistado em 2015 na Mealhada.
O Porto adiantou-se por Diogo Abreu, mas o final da primeira parte foi dramático para a equipa orientada por João Camőes.
Lisboa empatou por Bruno Santos a pouco mais de um minuto para o intervalo e Afonso Severino fez o 1-2 com meio minuto para jogar.
Pouco depois, Lisboa ainda teve uma soberana oportunidade para dilatar.
Diogo Abreu viu o azul mas, de livre directo, Afonso Severino não conseguiu bisar.
Na segunda parte, o Porto, detentor do troféu, procurou a reviravolta.
E consegui-la-ia no espaço de menos de um minuto.
A 12 minutos do final, Diogo Abreu bisou para o empate e, logo a seguir, João Pereira consumou a reviravolta.
Mas a história ainda estava longe de estar escrita.
A oito minutos do final, o capitão de Lisboa, Gustavo Pato, deu o mote e restabeleceu a igualdade, que persistiria até ao fim do tempo regulamentar.
Sem golos no prolongamento, o jogo chegou ao dramático desempate por grandes penalidades.
Numa série que teve muitos golos, adiantou-se o Porto por João Pereira.
Pato e Severino viraram o resultado mas Diogo Barata restabeleceu a igualdade.
Lisboa saltou novamente para a frente por Bruno Santos, mas Diogo Abreu fechou a série de cinco grandes penalidades com o empate a seis.
O mesmo Diogo Abreu voltaria a marcar para dar a vitória ao Porto.


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