A Seleção Nacional de Patinagem de Velocidade vai entrar em pista, hoje, no Campeonato do Mundo da modalidade, que se realiza na Colômbia, até dia 13 de novembro.

Marco Cardoso, vice-presidente da Federação de Patinagem de Portugal (FPP) para a Patinagem de Velocidade, faz um balanço positivo destes seis dias de trabalhos de adaptação à pista, à altitude e ao clima. «Começámos, nos primeiros dias de trabalho, com algumas dificuldades, face às características técnicas da pista, diferentes das que estamos habituados, principalmente com a configuração das curvas, com o relevé com ângulos não uniformes, mas a evolução tem sido feita dia após dia e as sensações da equipa têm melhorado e são muito animadoras», explica.

Para Marco Cardoso «o primeiro objetivo está alcançado, que é o facto de existir competição e da nossa seleção poder estar presente, depois de dois anos complicados por força da pandemia, esta é a nossa primeira grande vitória».

A Seleção Nacional está em Ibagué a treinar desde o início da semana

Hoje têm início as provas e o vice-presidente da FPP espera «entrar com o patim direito» referindo que «o grupo está unido, está confiante» e, como tal, «esperamos poder honrar as cores da seleção nacional e sair daqui bastante satisfeitos com as nossas prestações e que todos os nossos objetivos sejam cumpridos».

O selecionador nacional, Alípio Silva, considera que o conjunto está «preparados para o Campeonato do Mundo que aí vem. É um campeonato que se realiza na Colômbia, país onde a modalidade é rainha e será criada, sem dúvida, uma atmosfera de grande nível, onde os portugueses poderão de mostrar todas as suas capacidades».

O técnico explica que os objetivos passam por «tentar a qualificação para os jogos mundiais, na categoria de Seniores e pela tentativa de obter medalhas na categoria de Juniores Masculinos». «Penso que estão reunidas as condições para tal, pois os atletas estão focados e motivados. A competição começa hoje e após o primeiro tiro, toda esta tensão inicial liberta-se e fazemos aquilo que mais gostamos que é competir de igual para igual entre os melhores do mundo».


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